
Adri,
Achei esta foto no Orkut de uma aluna nossa com a seguinte legenda: “Adriana e Cintia minhas professoras prediletas desse anoo amoo muiito elas e elas vão me passar esse ano né profs”.
Óbvio que comentei a foto e escrevi: “Depois dessa!!!! É bem provável que sim... vai alimentando teu álbum aí e dizendo como nós somos queridas q tu passa certo!!!! ((Se tirar A na nossa matéria tb ajuda!) =D “
Depois, revendo ((sou uma revisora contumaz)), me dei conta que tanto a foto como o diálogo que acompanha não poderia ser mais fiel à nossa rotina. Nos vemos diariamente com esta tranquilidade aí de cima: o encontro é sempre um momento zen, mesmo no meio da maior loucura possível e acaba, invariavelmente, com bom humor. Temos nossos momentos de filosofar, de questionar, de encaixar as informações e, no final, de fazer piada do que falamos. É fácil.
E quem foi que apostou nesta parceria? Nem eu jogava 10 pilas aí. Tínhamos simpatia recíproca, mas aparentemente, poucas coisas em comum. Aliás, a aparência dá outro toque especial e contraditório: tu, alta, super imponente, mas de voz mansa e uma calma quase budista; eu, pequena, mas de voz rouca que não acalma, que vira trovão. Tu, brisa e eu, tempestade. Mas funcionamos bem por causa de nossas diferenças: não sabemos as mesmas coisas, não interpretamos do mesmo jeito, mas ouvimos uma à outra e adoramos o que aprendemos com nossas informações divergentes.
Pensei que seríamos crias da Rosalí e que manteríamos aquela cordialidade de quem compartilhou a mesma fonte de conhecimento. Mas foi justamente a saída dela que formou esta nova dupla. E ela é tri faceira com isto. Deve estar adorando nos ver trabalhando juntas porque somos o extrato daquilo que ela pretendia: conhecimento desprovido de preconceito, alimentado pelas diferenças.
Eu, certo, tô tirando o maior proveito disso! Te adoro, te adoro, te adoro.
Beijocas,
Cíntia.
Achei esta foto no Orkut de uma aluna nossa com a seguinte legenda: “Adriana e Cintia minhas professoras prediletas desse anoo amoo muiito elas e elas vão me passar esse ano né profs”.
Óbvio que comentei a foto e escrevi: “Depois dessa!!!! É bem provável que sim... vai alimentando teu álbum aí e dizendo como nós somos queridas q tu passa certo!!!! ((Se tirar A na nossa matéria tb ajuda!) =D “
Depois, revendo ((sou uma revisora contumaz)), me dei conta que tanto a foto como o diálogo que acompanha não poderia ser mais fiel à nossa rotina. Nos vemos diariamente com esta tranquilidade aí de cima: o encontro é sempre um momento zen, mesmo no meio da maior loucura possível e acaba, invariavelmente, com bom humor. Temos nossos momentos de filosofar, de questionar, de encaixar as informações e, no final, de fazer piada do que falamos. É fácil.
E quem foi que apostou nesta parceria? Nem eu jogava 10 pilas aí. Tínhamos simpatia recíproca, mas aparentemente, poucas coisas em comum. Aliás, a aparência dá outro toque especial e contraditório: tu, alta, super imponente, mas de voz mansa e uma calma quase budista; eu, pequena, mas de voz rouca que não acalma, que vira trovão. Tu, brisa e eu, tempestade. Mas funcionamos bem por causa de nossas diferenças: não sabemos as mesmas coisas, não interpretamos do mesmo jeito, mas ouvimos uma à outra e adoramos o que aprendemos com nossas informações divergentes.
Pensei que seríamos crias da Rosalí e que manteríamos aquela cordialidade de quem compartilhou a mesma fonte de conhecimento. Mas foi justamente a saída dela que formou esta nova dupla. E ela é tri faceira com isto. Deve estar adorando nos ver trabalhando juntas porque somos o extrato daquilo que ela pretendia: conhecimento desprovido de preconceito, alimentado pelas diferenças.
Eu, certo, tô tirando o maior proveito disso! Te adoro, te adoro, te adoro.
Beijocas,
Cíntia.

Me surpreendeste pela forma carinhosa e capacidade de sintetizar uma parceria tão inusitada e muito prazerosa(até chorei) que construimos todos os dias. Que bom que tu existe e está perto de mim!Tu tens um jeito muito doce e forte de cativar as pessoas,menina! TE GOSTO MUITOOO! Adriana
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