
Por quê? Qual a dificuldade de pensar e já deixar a questão resolvida pra não dar trabalho depois? Não sei, mas é irresistível.
A figura acima eu roubei do álbum de um “amigo” de pré-adolescência porque, ainda que não seja lisonjeiro, me identifiquei.
O mais estranho é que este “amigo” (aspas porque na verdade não vejo ele faz um tempão, mas o considero um amigo – então vou largas as aspas) é um cara que admiro e considero ter feito muuuuuita coisa. Aí me deu certa sensação de alívio porque pensei que talvez eu não seja uma causa perdida. Este meu amigo, mesmo sendo um procrastinador, fez uma faculdade de Filosofia, outra de Direito, pinta quadros, escreve e, de acordo com seu Orkut, se diverte. Isso tudo deixando algumas coisas pra depois.
Então, no geral, o cara faz coisas ótimas pro meu ponto de vista, mas insuficientes pra exigência dele.
Tenho essa outra “amiga” (aspas porque nunca a vi, só converso com ela, mas considero igual – então vou retirar as aspas), que é um caso pior. Ela, assumidamente, não faz nada do que deveria, mas escreve lindamente. Igual ao outro, aos meus olhos faz coisas ótimas, mas para sua exigência... ainda pouco.
Quero acreditar, então, que hoje fazemos coisas que são importantes hoje. Que amanhã ou semana que vem essas coisas poderão ser bobagens e que talvez a gente sinta falta de uma certa disciplina. Mas podemos acertar sem querer, e toda essa vontade irresistível de fazer o que não se deve no momento em que deveríamos estar fazendo outra coisa pode resultar em algo que gostamos muito como, por exemplo, escrever aqui.
A figura acima eu roubei do álbum de um “amigo” de pré-adolescência porque, ainda que não seja lisonjeiro, me identifiquei.
O mais estranho é que este “amigo” (aspas porque na verdade não vejo ele faz um tempão, mas o considero um amigo – então vou largas as aspas) é um cara que admiro e considero ter feito muuuuuita coisa. Aí me deu certa sensação de alívio porque pensei que talvez eu não seja uma causa perdida. Este meu amigo, mesmo sendo um procrastinador, fez uma faculdade de Filosofia, outra de Direito, pinta quadros, escreve e, de acordo com seu Orkut, se diverte. Isso tudo deixando algumas coisas pra depois.
Então, no geral, o cara faz coisas ótimas pro meu ponto de vista, mas insuficientes pra exigência dele.
Tenho essa outra “amiga” (aspas porque nunca a vi, só converso com ela, mas considero igual – então vou retirar as aspas), que é um caso pior. Ela, assumidamente, não faz nada do que deveria, mas escreve lindamente. Igual ao outro, aos meus olhos faz coisas ótimas, mas para sua exigência... ainda pouco.
Quero acreditar, então, que hoje fazemos coisas que são importantes hoje. Que amanhã ou semana que vem essas coisas poderão ser bobagens e que talvez a gente sinta falta de uma certa disciplina. Mas podemos acertar sem querer, e toda essa vontade irresistível de fazer o que não se deve no momento em que deveríamos estar fazendo outra coisa pode resultar em algo que gostamos muito como, por exemplo, escrever aqui.

Hehe... o amigo sou eu, Régis Antônio Coimbra. Pena que esclareceste as aspas. Já contava com alguns (que certamente não nos conhecem direito) supondo que eu teria sido teu namorado.
ResponderExcluirNão é que eu faça muitas coisas, é que faço pouco de uma grande variedade de coisas.
Outro tanto, a sensação de ser um procrastinador decorre de ter muitas coisas para fazer e ter de eleger prioridades... E eleger prioridades envolve deixar algumas coisas para depois de outras, pelo que se pode, para uns, passar por expedito e atencioso... e, para outras, por procrastinador (ou vagabundo) e que não se importa.
Volta e meia espanto ou mesmo desgosto alguns dizendo que podia ter feito algo mas preferi fazer outra coisa. Alguém pergunta "tu não pudeste fazer isso ontem?" e por minha paixão por dizer a verdade, salvo para inimigos, confesso "eu podia, mas preferi fazer tal outra coisa, que considerei mais importante".
Este é o Régis!!! Está demosntrado o motivo de minha admiração que é esta paixão pela verdade, encantadora e desconcertante (e acho que algumas vezes, inspiradora de impulsos violentos nos outros). O convite está feito pra vir aqui, de vez em quando, mesmo que o texto não seja sobre ti. Teu comentário é sempre ótimo.
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